Origem do Animal Print!


 Eu amo o animal print e nada melhor do que entender a história dessa tendência que não morre nunca. Desde a pré-história, as peles de animais já serviam para proteger os seres humanos contra o frio, com o passar do tempo, apenas os reis e as rainhas utilizavam peles de animais legítimos como casacos e tapetes, sinal de status e riqueza.
As estampas de animais (e suas peles) começaram a ter status fashion no século 18 por remeterem ao mundo exótico africano que viraram sinônimo de ousadia e luxo.
Com o tempo, o pelo teve maior valorização do que a pele em si, assim, começou o animal print como conhecemos hoje. O primeiro a usar a estampa de onça em suas coleções foi Christian Dior na década de 40 em um vestido propriamente chamado Africa.
Já nos anos 50 e 60 o cinema ajudou a transformar as estampas de animais em símbolos de elegância e sofisticação sendo assim até a década de 70. Nos anos 80 eis uma novidade: Estampa de animal em cores fortes como pink e verde limão, uma época onde o exagero tomou conta. Passando para a década de 90, a estampa de bicho (depois da época glam rock exagerada) foi associada a roupas vulgares e de baixa qualidade.
Foto: girlswithstyle
Chegando nos anos 2000, tudo mudou. O animal print saiu das estampas clássicas de onça, zebra, cobra e girafa e abriu espaço para diversas outras como a de vaca, por exemplo. Além de ser a garantia de um look chique e descolado.
Sei que não é a toa que a maioria das mulheres são apaixonadas pelo animal print, ele aparece como ótima opção aos seres humanos desde sempre.
Gostaram da história do animal print? Inspire-se e abuse!

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